No vibro das cordas pende minha razão
Que em cada singular enlace
Faz de minha alma catarze e cedição.
Épico tecido, tal qual Penélope
O perfaço e descosturo,
Pois em seu fim reside o meu próprio, o escuro.
Em cada doce som, segredo meu espírito,
Minhas faces mais íntimas, meus desejos.
Rasgo meu coração, profano rito.
Se busco o silêncio,
Nele também sou música.
Harmonizo a vida que em cada célula fica.
Minhas asas, parte integrante de mim
Minha boca, meus braços, meu pulmão,
Consolo, alívio, minha doce solidão.
Um comentário:
fui a última a saber do blog, é? ¬¬
está add lá nos meus, xuxu... beijo...
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